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domingo, junho 04, 2006

Timor-Leste

(Uma jovem timorense e as línguas faladas em Dili)
Conhecido como Timor Português, foi uma colônia portuguesa até 1975, altura em que foi invadido pela Indonésia. Permaneceu oficialmente como território português por descolonizar até 1999. Foi considerado pela Indonésia como a sua 27.ª província com o nome de "Timor Tmur". 80% do povo timorense optou pela independência (20 de Maio de 2002) em referendo organizado pela ONU.
A língua mais falada em Timor-Leste é o Tétum, após a ocupação indonésia o bahasa tem-se imposto progressivamente. a utilização do português tem sido, por sua vez, progressivamente reprimido.
Os portugueses chegaram à ilha nos inicios do séc. XVI, atraídos pela fama das suas florestas de sândalo, mas apenas no séc. seguinte conseguiram o seu efectivo controlo. a partir de 1595, os portugueses são sucessivamente expulsos pelos Holandeses das várias ilhas que controlavam nesta região asiática, incluindo as Moluscas, ficando apenas com a parte oriental de Timor.
Em 1859, um acordo, rectificado em 1904, estabelece o domínio da parte oriental por Portugal, o que constitui uma excepção em todo o arquipélago dominado pela Holanda.
Em 1912 ocorre uma revolta comandada por Manufai, esmagada de forma cruel e sangrenta.
Após a independência da Indonésia em 1950 e a sucessica unificação das antigas colónias holandesas, incluindo as ilhas Molucas e Irian Jaya (Nova Guiné Ocidental), Timor-Leste permanece como o único território não descolonizado.
Até aos anos 70 era reduzido o investimento económico da potência administrante. Após o golpe militar de 25 de Abril de 1974 em Portugal, inicia-se rapidamente o processo de descolonização das suas colónias ultramarinas.

sexta-feira, maio 05, 2006

Londres

Pessoal estas são as minhas fotos de Londres. Adorei Londres, uma cidade que de certeza voltarei a visitar. Há muito a ver, mas levem a carteira recheada, pois é tudo carissímo, um exagero, ou nós é que não temos poder de compra. Possivelmente aposto mais na segunda alternativa. Beijinhos á Zaba, scary baby, Lara Croft, Rob, Alyson, Mad... diverti me muito.

Big Ben - Londres

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Natural History Museum - Londres

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Jardim Real - Londres

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Buckingham Palace - Londres

É a mais famosa residência londrina. O palácio foi construído em 1705 pelo primeiro duque de Buckingham. Posted by Picasa

Buckingham Palace - Londres

Os guardas do palácio com farda vermelha e altos gorros de pele de urso são rendidos todas as manhãs às 11h (excepto ao domingo, e em dias alternados no inverno que é às 10h). Posted by Picasa

Tower Bridge - Londres

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Impirial War Museum - Londres

O Impirial War Museum retrata a primeira e a segunda guerra mundial. Esta fotografia representa as trincheiras. Aqui, um soldado lê cartas enviadas por familiares. Bastante realistas, as trincheiras. Posted by Picasa

Impirial War Museum - Londres

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Impirial War Museum - Londres

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British Museum - Londres

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quarta-feira, março 29, 2006

Luxemburgo - Alemanha e Bélgica

Terminaram as mini férias. Em 5 dias visitei 3 países - Luxemburgo, Alemanha e Bélgica. No Luxemburgo, realmente, são só portugueses. De acordo com o censo 2001 existe 79 893 habitantes. O país tem zonas realmente bonitas, apesar do mau tempo que se fez sentir. Relativamente a Alemanha visitei Trier - a cidade mais velha do país - com cerca de 2000 anos. Lindissíma a cidade. Na Bélgica o tempo foi escasso, apenas visitei Arlon, uma pequena cidade que não me impressionou, pois havia monumentos, como a igreja de St Martin, que apresentavam falta de manutenção. E aqui estão as minhas fotografias...

Arlon - Bélgica

Igreja St Martin

Arlon - Bélgica

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Trier - Alemanha

Praça

Trier - Alemanha

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Luxemburgo

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Luxemburgo

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Luxemburgo

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Luxemburgo

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Luxemburgo

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sábado, fevereiro 11, 2006

Tunísia - Um país de enormes contrastes

Com a vitória do Sr.Silva nas eleições, nada melhor que tirar uns dias de férias a ver se esquecia esse pesadelo. Após os avanços e recúos habituais, acabamos por optar pela Tunísia e por fazer um circuito de 8 dias a correr todo o país. Aterramos em Tunis, e descemos todo o país pelo interior, junto a fronteira com a Argélia, até ao deserto do Sahara.Depois, voltamos a subir até Tunis, mas agora pelo litoral tunisino e dando um saltinho a bonita ilha de Djerba.
A opção por este circuito revelou-se tremendamente acertada, pois permitiu-nos ter uma ideia clara de todo o país,no qual encontramos abismais diferenças no modo de vida, e permitiu-nos um contacto mais próximo com populações perdidas em zonas normalmente de dfícil acesso.Ainda assim, este circuito teve o inconveniente de ser muito cansativo, pois em terras tunisinas fizemos mais de 2500 quilómetros de autocarro, e todos os dias tinhamos que sair dos hoteis por volta das 6 horas da manhã, pelo que quando cheguei a Lisboa tive que tirar outras férias para descansar.
Em baixo, deixo algumas das fotos que tiramos, e deixo também aqui alguns locais que não devem perder se visitarem a Tunísia: Cartago, Dougga, Kaiouran, Nefta (a cidade que mais gostei), Douz, Matmata, a bonita ilha de Djerba, Tozeur e El Djem. Os locais que menos gostei, e curiosamente, ou talvez não , foram os ditos locais turísticos como Tunis, Sousse e Hammamet.

Um quarto de uma casa em Matmata

Em Matmata tivemos opurtunidade de visitar as casas tipícas do povo berber, ancestrais dos tunisinos, que vivem em casas escavadas nos solos.Na foto, podemos ver um quarto de uma dessas casas.Em Matmata existem muitas, e não são turísticas, são mesmo as casas onde este povo vive e algumas delas espantam-nos pelos comodismos que já apresentam

Ilha de Djerba

A ilha de Djerba é a maior ilha do Norte de África. Ali em cada canto existe uma olaria, e sua louça é de facto muito bonita.Ao contrário do restante país, aqui existe muito turismo inglês, e muitos têm casa própria na ilha, que segundo me disseram é um autêntico paraiso fiscal, daí não ser de estranhar a compra de moradias por estrangeiros.É uma ilha bonita e que tem uma curiosidade, nenhuma casa pode ser mais alta que a palmeira mais alta que existe na ilha.

Vista da fachada mais destruída do Anfiteatro de El Djem

O anfiteatro romano de El Djem impressiona pela sua grandeza

Uma casa peculiar em Matmata

Nesta foto, podemos ver uma vista geral da casa.O que vemos é o pátio e as respactivas portas de acesso ás várias divisões da casa

A cidade encantadora de Tozeur

Tozeur foi uma das cidades que mais nos encantou.Aí tivemos opurtunidade de visitar um bonito museu de trajes tradicionais e oportunidade de passear pelo seu enorme mercado.No meio na foto, está o Berbero, um dos tipos mais porreirinhos que conhecemos na viagem.Dentro daqueles sacos há de tudo para vender, é um autêntico supermercado ambulante.E ainda nos conseguiu enganar, ao alugar-nos a mota dele por 1 euro, pois passamos mais tempo a empurrá-la que em cima dela.

Lago Salgado de Chott el Djerid

Uma das imagens mais bonitas que me ficam da viagem, é o enorme lago salgado de Chott el Djerid. É um lago imenso e que corta toda a Tunísia de este-oeste. Recentemente foi construída uma estrada, que atravessa todo o lago e une as cidades de Douz a Gabes

Anfiteatro Romano de El Djem

O anfiteatro de El Djem impressiona pela sua grandeza. É de facto uma obra prima dos romanos e felizmente está em razoável estado de conservação.

A bonita cidade de Nefta

Nefta foi a cidade onde estivemos mais tempo.Serviu-nos de base para efectuarmos algumas visitas a toda a parte sudoeste da Tunísia.É uma cidade muito pequena e onde todo o seu povo apresenta uma cativante simplicidade e simpatia. Tivemos pena de não ficar aqui mais tempo, pois rapidamente se integramos no meio.Aqui uma foto que tiramos no café onde a noite costumavamos ir, onde jogavamos umas cartadas, bebíamos uns chás ( sim , porque ali não se vende álcool) e fumavamos uma chicha ( a chicha é para eles um acto sagrado e de covívio social. Eles passam todo o tempo que estão no café, a fumar chicha, jogar cartas e conversar. É um tabaco tipíco, mais forte do que estamos habituados).

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