terça-feira, dezembro 21, 2010

O Mundo é Fácil

Para todos os que gostam de livros de viagens, aqui fica uma sugestão de um livro deste jornalista-viajante, que nos deixa algumas dicas sobre viagens. Adorei o título do livro e o grafismo é bastante intressante. A não perderem.

segunda-feira, julho 12, 2010

Viagens de Sonho - Transiberiano



Viagem através do tempo, o Transiberiano é desde há mais de um século o simbolo do extremo: territórios inacessíveis, frios intensos, histórias trágicas.
É também a viagem absoluta, onde, dia após dia, a paisagem desvenda as mais belas cidades da Rússia, da Sibéria, da Mongólia, da China.
Os fusos horários sucedem-se, 5 só na Rússia, as planícies estendem-se até ao infinito, as montanhas elevam-se até ao céu, correm os rios cor safira e abrem-se aos nossos olhos a extraordinária beleza do lago Baikal.
Inferno e paraiso ao mesmo tempo, Sibéria é selvagem e misteriosa, com extensas planícies, bosques impenetráveis, gelo eterno. Esta terra inóspita fascinou sempre a russos e a estrangeiros, importantíssima zona de comércio com a Ásia, o seu imenso território era sulcado pelas rotas do chá, da seda e das peles.
Em 1857, Nikolai Muraviev-Armurski, governador-geral da Sibéria, lança a primeira ideia de construção de uma linha-férrea entre Moscovo e a Sibéria. Haverá que esperar até 1891 para que o projecto seja realizado.
Segundo os desejos do Czar Alexjandre III, a primeira pedra foi posta em Vladivostok a 31 de Maio. A 12 de Agosto de 1916 a linha foi definitivamente inaugurada. Entretanto foi construído o percurso através dos Urais, circundou-se o lago Baikal, construíram-se enormes pontes sobre os rios Obi, Yenisei e Armur.
Os 9289 km de extensão foram construídos ao ritmo de 1,6 a 4 km diários e trata-se da maior realização na história ferroviária.
O trajecto do Transiberiano é único até ás proximidades de Irkutsk e a partir daí divide-se em dois itinerários históricos: o que vai até à costa do Pacifico em Vladivostok, e o que, através da Mongólia, se dirige para a China chegando a Pequim.
Com a chegada do comboio cada estação anima-se, com os cais repeletos de " babushlas" vendendo todos os artigos imagináveis, desde os produtos típicos da gastronomia e artesanato locais, até às roupas e utensilios mais diversos. Ainda hoje o Transiberiano é uma artéria comercial de grande importância
Entre cada paragem, as mais belas paisagens desfilam diante dos nossos olhos, desde os bosques de Taiga, às estepes da Mongólia, pradarias que se estendem para além do horizonte, altas montanhas e o mágico Lago Baikal



A Mongólia é um dos territórios quase virgens do planeta, selvagem e praticamente intacto. A cavalo entre a Europa e a Ásia, entre a Rússia e China, continua a ser "terra incógnita" onde as distâncias se medem em galope de cavalo. Um reino de estepes livres e infinitas, onde as altas pastagens ondulam suavemente com o vento.
Povo de estírpe nómada, os mongóis, estão firmente aferrados ao seu território agreste e aos seus costumes e tradições: o habitual tradicional continua a ser tenda circular de feltro a "yurta" e o principal meio de locomoção o cavalo.

Mini - Tour pela Europa Central

Para todos aqueles que não gostam de Carnaval, esses dias acabam sempre por ser dias para aproveitar para tirar uns dias de férias e conhecer outros "poisos". Apesar de estarmos em pleno inverno, desta vez aproveitamos para visitar Praga, cidade que há muito tempo pretendíamos visitar. Com uma escala em Bruxelas (tarifas mais baixas a isso obrigam), chegámos a Praga já de noite e encontramos uma cidade gelada e completamente pintada de branco. O aeroporto fica relativamente perto da cidade e depois de apanharmos um autocarro e o metro, lá chegámos á fantástica praça central de Praga. A noite não deixava no entanto ver a imponência da praça, e só na manhã seguinte nos daríamos conta da beleza dessa praça.
Tínhamos marcado pela net, estadia no hostel Old Prague Hostel, sabíamos que não era longe da zona histórica, mas com o frio que estava, e já bem noite, não foi tão fácil como esperavámos dar com o hostel, mas , finalmente lá chegámos. Boa surpresa, tal como todos os hostels em que estivemos até agora , bastante acolhedor, e com bastante gente jovem de todo o mundo. A hora já era tardia e como tal, apenas tivemos tempo para uma pequena saída para jantar e logo ter a noção que na zona histórica de Praga os preços praticados são “ puxadinhos”. Pela manhã a sensação de frio não desapareceu, e bem carregadinhos de roupa lá partimos á descoberta de Praga. E de facto Praga é mesmo uma daquelas cidades que não se esquecem. Através das ruas estreitas da cidade, vamos descobrindo uma cidade fantástica, e onde destaco alguns locais:
Praça Central - É o centro vital de Praga, onde têm lugar os principais eventos, além de excelente ponto de partida para conhecer o resto da cidade. Ao redor da praça, bares e restaurantes tomam conta das pequenas galerias. No centro pequenas tasquinhas, onde se vendem delícias locais. Na praça também o relógio astronómico é atracção, a cada hora, um boneco representando a morte aciona um carrilhão por onde desfilam bonecos de 12 apóstolos seguindo São Pedro, diante de uma multidão que lota os arredores. A vista dessa mesma torre também não se deve perder;
Ponte Karluv Most - Tivemos azar de a apanhar em obras, o que lhe retirou alguma beleza. as é uma ponte lindíssima, que atravessa ao longo de mais de 500 metros o Rio Vletava.Desde 1950, é proibido o tráfego de veículos sobre a ponte, que se transformou em um calçadão movimentado. Dos dois lados da ponte há réplicas de estátuas góticas e barrocas com imagens de santos católicos. Em cada uma das extremidades da ponte há torres de onde se pode vislumbrar o colorido dos telhados e as centenas de agulhas das igrejas de Praga.
Castelo de Praga - Situado numa das colinas da cidade, a sua imponência deixa qualquer um pasmado. Actualmente é residência do Presidente Checo, e a sua origem terá sido pela necessidade de criar uma fortificação para controlo dos barcos que passavam no rio;
Para além destes três destaques, Praga é uma cidade multifacetada, e em cada esquina existe um ponto de intresse. Fomos vendo isso mesmo á medida da nossa viagem. No entanto, a época que escolhemos para visitar a cidade, acabou por influenciar em algumas coisas, e não estava propriamnte agradável para passeios na rua. Também não tivemos oprtunidade de ver aquelas cores fantásticas que associamos á primavera de Praga, mas para compensar tivemos oportunidade de disfrutar de uma Praga cheia de charme, completamente branca.
Depois de dois dias em Praga, decidimos dar um saltinho a menos turística Bratislava, a capital da Eslováquia. Depois de uma viagem de madrugada de comboio desde Praga até Bratislava (os preços do comboio super-baratos) lá chegámos a Bratislava, e tal como em Praga, encontramos uma cidade completamente coberta de neve e com muito frio.
A cidade não é grande, menos ainda a sua zona histórica. Apesar do frio e do imenso gelo nas ruas, lá conseguimos dar uma volta pela cidade, de forma a termos uma opinão sobre a mesma
Bratislava é uma cidade bem difrente de Praga e logo aqui se vêem as enormes difrenças culturais entre a República Checa e a Eslováquia e que levaram ao seu desmembramento de uma forma completamente pacífica em 1993.
Marca da cidade são as estátuas que tem espalhadas pelas ruas e esquinas da cidade, que chamam a atenção.
Para além disso, e apesar de termos tido azar e estar em obras , o Castelo de Bartislava, situado num monte bem junto ao leito do Danúbio, é de facto um ponto de intresse.
A nossa estadia foi rápida e de pois de um breve tour pela cidade, e uma vez estarmos apenas a 60 km de Viena, decidimos voltar a por-nos no comboio e a ir ao encontro de Vieina.
A estadia aqui nesta cidade foi breve, mas apesar disso deu para comprovar alguns clichés normalmente associados a esta cidade.
É de facto uma cidade bonita, onde se respira cultura. A zona central, junto á catedral é bastante bonita e cosmopolita. Apesar da neve, deu para ver que é uma cidade com imensos espaços verdes.
Ficamos com uma boa impressão da cidade, apesar da estada ser bastante curta, apenas um contra, é de facto uma cidade caríssima para turista tuga.

sábado, fevereiro 20, 2010

Cuba

Dois anos depois de ter partido para Cuba, senti a necessida de mostrar, novamente, este país. Senti a necessidade de dar a conhecer o povo que, durante dois meses, foi o "meu" povo, o "meu"país e onde por uns momentos fui "cubana".

A nossa estadia em Praga - Old Prague Hostel

Pequeno, com cores quentes que o tornam acolhedor o Old Prague Hostel foi, por 3 noites, o local onde deveríamos permanecer em Praga. Mas, foi o pouco tempo que passamos no Hostel... maior foi o tempo que passamos entre comboios, de capital em capital.
Um ambiente juvenil, procurado por viajantes de todo o mundo.

sexta-feira, fevereiro 19, 2010

Viena - Áustria

Viena, a capital da Austria, é a décima maior capital europeia que possui avenidas largas e arborizadas, palácios e museus. Cidade moderna, romântica e com edifícios majestosos a cada esquina. Mas a beleza tem um preço, Viena é uma cidade caríssima...

quinta-feira, fevereiro 18, 2010

Bratislava - Eslováquia

É a capital e a principal cidade da Eslováquia. Os pontos fortes da cidade são o rio Danúbio, o segundo rio mais longo da Europa depois do Volga, o Castelo Hrad, a Praça e a Catedral de Bratislava.
Num dia de inverno, com a neve a camuflar a beleza natural da cidade e o cinzento a desbotar as cores da capital, Bratislava não me despertou muito interesse. Fica apenas a curiosidade de a visitar em plena primavera.
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